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Alimentação boa nutre Corpo e Alma e Coração.

Postado em 02 de Fevereiro de 2018.


O assunto é alimentação. Porém, como alimentar o corpo para sua sobrevivência é tão óbvio, e inúmeros especialistas já se ocupam deste tema, não iremos tratar tanto deste aspecto.  O foco aqui será a “alimentação do espírito”.

E o que significa alimentar o espírito?

Segundo dicionários da língua portuguesa, alimentar tem por significado nutrir, abastecer e dar sustento. Seguindo esta lógica, tanto corpo quanto espírito precisam de nutrientes que sustentem suas estruturas. Assim, quando se fala em dar alimentos ao corpo e ao espírito significa, em verdade, para que se tenha uma vida integrativa e saudável, que ambos precisam de nutrientes adequados. Portanto, eis a palavra-chave: adequação.

Boa nutrição é oportuna e adequada.

Oferecer alimentos feitos sob medida, ou seja, adequados ao organismo, é primordial para manutenção da autonomia e do desenvolvimento funcional e mental. E igualmente ao corpo, que para manter sua estrutura operando precisa receber aquilo que é orgânico, isto é, alimentos que brotam da terra e que advém das árvores, o espírito carece de pensamentos e sensações que “brotem” de suas raízes cósmicas, capazes de elevar a natureza humana para próximo de sua essência.

E quanto aos alimentos industrializados?

A indústria alimentícia nada mais é que consequência do progresso secular, que pela pressa, própria desses tempos, cresce e inventa coisas que substituem ou suplementam a comida natural. Também é um tipo de alimentação, mas que por conter matérias artificiais, acaba por não nutrir de fato o organismo vivo.

Tem momentos, muitos deles aliás, que não se consegue a nutrição adequada, pois em variadas situações não dispomos de condições próprias para uma alimentação condizente com nosso organismo. E é nisto, que a indústria alimentícia se apega, pois nestas horas, pela facilidade de distribuição e armazenagem, consegue disponibilizar e entregar seus produtos comestíveis. Afinal de contas, seu grande objetivo é fazer com que as pessoas comam, e não nutrir.

E esta é a diferença básica entre comer e alimentar-se. Enquanto quem se alimenta, a priori, busca sanar suas disfunções nutricionais, quem come pretende apenas ingerir pela boca, e engolir itens comestíveis. Assim, chegamos ao ponto: alimentação não é só comida.

A alimentação não é só comida.

Sabendo que alimentação não é necessariamente comida, precisamos rastrear o que mais tende a ser provimento para nosso organismo. Nisto, conseguimos identificar que o sono, a respiração, bem como a água, são partes inseparáveis da boa nutrição.

Pensemos.  Se não dormirmos bem, se nossa respiração estiver ofegante, e não consumirmos o quantitativo adequado de água, com certeza tanto nosso físico, o mental, quanto o cerne de nosso espírito não serão alimentados. Neste exemplo é provável que estejamos tomados de ansiedade, desconcentrados e desconectados de certas realidades.

E apenas a título de curiosidade, existem grupos que jejuam praticamente o tempo todo. Estas pessoas são conhecidas como “viventes de luz”, e assim são chamadas porque, segundo elas, conseguem viver sem ingestão de alimentos materiais. É como se o corpo sobrevivesse pela captação de “nutrientes não materiais” como o ar, a atmosfera e os sucedidos da dimensão espiritual.

Então que tal alimentar também o seu espírito?

Pelo até aqui discorrido, entende-se que o ser humano demanda de alimento adequado ao organismo e ao espírito. Assim, descobrir os tipos de alimentos que atenderão esta necessidade é fundamental.

Antes, entretanto, é interessante dispor sobre que tipo de nutriente se está consumindo, tanto no físico quanto na consciência.

Hoje há certo consenso entre os estudiosos do comportamento e da psicologia, que há em nós, três corpos integrados, porém assistidos separadamente: o mental, o emocional, e o material (físico). E para aqueles que tratam do conhecimento extrafísico, consciencial e metafísico, há também o campo espiritual (extrafísico). Ou seja, cada perspectiva dessas deve ser observada “em isolado” na ocasião da ingestão alimentar.

Calma, tem quem ajude nisto.

Existem técnicas que ajudam aos que desejam saber quais nutrientes são tóxicos ou não a cada tipo de organismo. Geralmente, nutricionistas funcionais são profissionais capazes de identificar isto através de exames bioquímicos. Veja lista de exames bioquímicos que são capazes deidentificar falhas nutricionais.

Em caso da autoajuda.

Quanto a descobrir por conta própria quais são as sensações e os pensamentos que intoxicam e desnutrem seu corpo extrafísico (espiritual), basta utilizar o bom senso e efetuar preciosa autoanálise. Disto, apanhe e compare os resultados do que recebe (enquanto ser consciente) dos que desejaria obter caso fosse possível melhorar e desintoxicar certos sentimentos e atitudes. Ordinariamente, se recebe proporcional ao que é oferecido, pela lei de causa e efeito.

E tem mais, reclamações e ficar sabendo de notícias ruins, ou pensar em crises são grandes destruidores do organismo. Sem contar que estes pensamentos vibram atraindo cada vez mais motivos para reclamar e arruinar a própria vida. Afinal, o foco acontece onde se dá mais atenção (óbvio!).

Você já ouviu falar em lei do retorno?

Se o que emitimos, por tendência, vibra também em nossa direção, é bem melhor pensar e agir em termos de gratidão e justeza. Assim sendo, principalmente para o campo espiritual, a gratidão nos favorecerá, porque nada melhor para nosso organismo, do que aceitar e concentrar baseados no melhor que a vida oferece.

Algumas dicas, que tal?

Veja positivamente os objetivos conquistados, desde os pequenos até os mais incríveis. Pense, atue e decida de maneira positiva. Fique em paz, e aproveite o silêncio como seu amigo mais confiável. Contemple e leia e assista a bons programas, e divirta-se aos montes. Ria de contentamento e alegria. E se tudo isso emanado volta de fato pra gente, penso eu que coisas assim são as melhores fontes alimentares que nossa alma e corpo podem obter.

Viu a importância de alimentar o espírito?

Como constatado, sendo bem nutridos nossos campos vitais (principalmente a nossa essência espiritual), a nós é permitido fortalecer e crescer. E se tivermos bastante acuidade, constaremos também que estes são dois dos motivos principais que temos ao coexistir neste planeta.


              E o coração, onde entra? 

Entra de corpo e alma nesta ideia :)

Obrigado, e nos vemos no próximo texto.


Alexandre Fonseca M. e Silva
Colaborador Amor e Esperança

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